HOME
HOME
A REVISTA
COLUNAS
BLOG
EAD
Notas
CONTATO
Publicidade
W3PRO S/A PROFESSIONAL SOFTWARE SOLUTIONS
Parcerias
Impostos encarecem internet brasileira
Próxima década das TICs
por: Roberto Aroso Cardoso
Tecnologias inovadoras à mostra no Espaço Inovação
Internet segura acelera
comércio eletrônico

por: Manuel Matos
A polêmica atuação pública no setor de TI
por: Roberto Carlos Mayer
Avaliação da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI
por: José Jairo Martins e Ricardo Mansur
Abep traça novos desafios para o futuro
por: Paulo Cesar Ferreira
O ano de 2010
promete ser 10

por: Zenon Leite Neto
Cidade limpa digital
por: José Curcelli
Artigos Especiais
 

Empresas brasileiras são reconhecidas no mercado global de serviços

 

O Brasil, pouco a pouco, mas de forma inexorável, ganha merecidos espaços crescentes no mercado mundial de TI, com o reconhecimento de respeitáveis empresas de consultoria especializadas em pesquisa de mercado. Nos últimos meses de 2008, duas organizações, Gartner Inc. e Financial Insights (esta, uma IDC Company), anunciaram, em momentos distintos e entre outros fatos, a posição internacional do Brasil, entre as nações emergentes, permitindo-nos ver o destacado potencial de crescimento e representatividade de empresas nacionais no mercado de serviços de TI offshore.


Em trabalho de pesquisa relatado e debatido no GARTNER SYMPOSIUM IT Expo, 12-16 de outubro de 2008 em Orlando-Fl., Frances Karamouzis, conhecida especialista no mercado de serviços offshore, inaugurou com a apresentação do seu estudo, “Gartner’s Top 30 Locations for Offshore Services “, um tipo de notícia inusitada até então: foram nominalmente reveladas as top 10 fornecedoras de serviços de TI offshore que mais se destacam atualmente, vindas das três regiões geográficas pesquisadas :


• América Latina
• Europa, África & Oriente Médio, e
• Ásia- Pacífico


Das dez empresas destacadas na América Latina por Karamouzis, estão nada menos que seis brasileiras: STEFANINI, BRQ, CPM-BRAXIS, TIVIT, POLITEC e Ci&T. As outras quatro são três mexicanas e uma venezuelana. Pelo inusitado da informação, sob “selo” Gartner e pelo efetivo significado da relação das empresas reveladas publicamente, concluímos que o fato concreto é que agora o Brasil está na tela do radar deles. Demorou mas está chegando lá nossa real imagem com grande nitidez. Ufa! Já era tempo.


A partir de agora, para esses analistas, o Brasil é líder na America Latina, não somente pelo porte do seu mercado interno, como costumeiramente somos apresentados, mas também pela força dos seus principais fornecedores de serviços de TI offshore. Esses, abandonando a velha e acomodada tradição de só olhar para o atraente mercado interno, estão diligentemente se lançando no mercado global e com boa dose de sucesso. São exemplos de estratégia ofensiva de conquistas de novos mercados.


O que acontece com provedores de serviços de TI para finanças?
Outro registro de reconhecimento internacional, não menos importante que o anterior, veio a público, pouco depois do anúncio Gartner: dessa vez foi numa publicação de 13 de Novembro de 2008. Trata-se da quinta edição do relatório anualmente publicado pelo American Bankers em conjunto com a respeitável organização de estudos e pesquisas de mercado,IDC, por sua subsidiária, Financial Insights: o “Annual Fintech 100 Rankings”, abreviadamente “Fintech 100” .
“Fintech100” é documento anual já bem aceito e sempre esperado no mercado expondo resultados de análise das duas organizações sobre o desempenho mundial de mais de 400 prestadoras de serviços tecnológicos para o setor financeiro, isto é, bancos, seguradoras, corretoras, fundos de investimento e bolsas de valores. Simultaneamente, oferece uma antevisão dos investimentos prioritários em TI que provavelmente vão se verificar no setor no próximo ano. O “Fintech 100” apresenta ainda o esperado “ranking” das 100 principais empresas provedoras de serviços tecnológicos para finanças no mundo.


Em 2003, para uma empresa ser qualificada entre as 100 do relatório, deveria ter receita anual mínima no ano de US$16 milhões. Agora, na versão 2008, esse piso passou para US$36 milhões, evidenciando o crescimento vertiginoso desse mercado no planeta. De outro lado, os responsáveis pela pesquisa consideram que a empresa para se qualificar como provedora de serviços de TI para finanças precisa demonstrar que sua receita com serviços de TI prestados ao setor, no ano, foi no mínimo igual a 1/3 da receita total.


O “Fifth Annual Fintech 100” divulgou em 13 de novembro de 2008 o ranking mundial dos 100 mais importantes provedores de serviços para o setor finanças, contando com a presença de empresas baseadas nos EUA, U.K., Japão, Índia, Bélgica, Finlândia, México, Brasil, Rússia, etc... e encabeçada pelos cinco grandes: Fiserv, Fidelity, SunGard, Diebold e NCR. Nesta versão 2008, três brasileiras aparecem entre as 100 principais do “Fintech 100”: ITAUTEC, POLITEC e CPM-BRAXIS. [conferir: www.financial-insights.com/FI/getdoc.jsp?containerld=prUS21526508 ]
Quando melhor se analisa o “ranking” publicado, mais claramente se pode ver a percepção do IDC-Financial Insights e o American Bankers, sobre como se situam as empresas do BRIC e, neste grupo, como ficam as empresas brasileiras. As indianas dominam no BRIC, mas vale mencionar que as duas chinesas e a única russa, Luxoft, entraram pela primeira vez nessa edição do Fintech100 . E suas posições no “ranking” estão abaixo das três brasileiras relacionadas. Isto é, as brasileiras se destacam representando as nações emergentes do BRIC. Mérito para as empresas em si.

 
 
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 
A Revista Banco Hoje é uma publicação mensal do GTCOM - Grupo Técnico de Comunicação Ltda.
© 2001-2010 GTCOM - Direitos Reservados
e-mail: caw@bancohoje.com.br