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SAP se fortalece porque estÁ mais prÓxima do cliente

 

A SAP oferece diversos produtos e serviços, mas sua prioridade é atender bem seus clientes, dando-lhes o melhor suporte em visão empresarial, principalmente neste momento de crise. A organização se define como uma empresa de processos de gestão, logo, seu foco é sua clientela.
Ela entende que diante do atual cenário macro-econômico mundial o pensamento dos clientes ainda está se transformando e se ajustando às dinâmicas de mercado. Se a organização não tiver competência para entender esta mudança, não vai conseguir manter-se conectada a eles.

Portanto, seu maior objetivo neste momento é estar cada vez mais perto do cliente, para compreender os seus novos interesses e garantir que a sua oferta continue agregando valor.

Ultimamente, os clientes têm optado por projetos mais objetivos e com retorno identificado, ou seja, projetos menores com garantias imediatas. A explicação pode estar na menor disponibilidade de caixa das empresas e na menor quantidade de dinheiro disponível no mercado. Outra tendência observada diz respeito à nova visão do consumidor em relação ao consumo de energia. Novos investimentos estão sendo gerados em recursos renováveis e em sustentabilidade.

A SAP, na qualidade de fornecedora, investiu na constituição de uma equipe de consultores em uma área denominada “Engenharia de Valor” são pessoas que não têm especialização no produto SAP, mas conhecem finanças e sabem como analisar um balanço, compreender as estratégias do mercado e dos clientes. Os profissionais desta área trabalham junto com os clientes da empresa, identificando oportunidades de ganhos de eficiência, seja na redução de custos, no ganho de produtividade em uma determinada área, na diversificação de um portfólio de serviços ou na ampliação de mercado. Essa dinâmica tem dado bons resultados: o bom uso da tecnologia está tendo impacto direto nos negócios dos clientes.

 

SAP e sustentabilidade
O termo sustentabilidade consiste na análise da inserção de uma determinada empresa e os impactos que ela causa no planeta. Uma organização só é considerada sustentável se, a medida que desenvolve o seu produto, ela procurar meios renováveis de utilizar os recursos, sem degradar o meio ambiente e as comunidades a sua volta.

Muitos empresários pensam que se a instituição não despeja CO2 na atmosfera durante o exercício de sua atividade econômica, por exemplo, ela não prejudica o meio ambiente. Neste caso, a empresa não emite gases nocivos ao meio ambiente de maneira direta, mas contribui para a poluição atmosférica cada vez que um funcionário se desloca para um evento, utilizando transporte movido a petróleo.

No Fórum SAP foi anunciado uma série de funcionalidades que marcam o início de uma jornada que vai ajudar a empresa a administrar o fenômeno da sustentabilidade.

 

O Brasil e a SAP
Para uma companhia de software, crescer é fundamental. O crescimento representa não apenas a manutenção de uma boa receita, mas uma medida importante do desempenho da empresa no mercado, que, no caso do software, ainda não está consolidado. Ao longo dos anos, o Brasil vem demonstrando habilidade diferenciada de crescimento a subsidiária da SAP no Brasil está entre as que mais crescem no mundo. Por isso, o país é tão relevante para os negócios da organização.
Após a crise de setembro de 2008, a percepção da importância do Brasil ficou mais aguda. Devido ao excelente desempenho da subsidiária brasileira, a SAP acredita que o país vai sair rapidamente desta conjuntura econômica e que a corporação vai conseguir aproveitar isto para ampliar a importância da subsidiária. Para se ter uma ideia do grau de relevância da subsidiária brasileira, a matriz aceitou o nosso projeto de desenvolver um produto da nota fiscal eletrônica, que consiste no uso da tecnologia para fazer com que a teia das relações entre as empresas e os órgãos arrecadadores fique mais sólida e ao mesmo tempo mais dinâmica. Por isso, a SAP vem acompanhando todo o processo de evolução e transformação, uma vez que a empresa tem interesse em entender esse fenômeno e, ao mesmo tempo, em transformá-lo em soluções que podem ajudar clientes brasileiros e estrangeiros.

A crise
A SAP tem considerado qualquer aumento da bolsa, da balança comercial e das exportações, como indícios de que a crise está se abrindo. Durante reuniões realizadas com clientes, pôde-se perceber que a economia vem apresentando resultados melhores. Há o reconhecimento de que o primeiro trimestre foi ruim, mas que o segundo está começando bem. Muitos clientes estão, inclusive, participando de uma espécie de academia formação, na qual executivos de diferentes setores trocam experiências e discutem as soluções tomadas por cada empresa para continuar crescendo.
No entanto, apesar do otimismo, a SAP acredita que o processo de mudança vai ser mais lento no Brasil em relação aos demais países, já que aqui a crise não teve a mesma dramaticidade que teve nos Estados Unidos e na Europa. O setor bancário brasileiro, por exemplo, está muito bem.

 

Os bancos no contexto da SAP
O mercado dos serviços financeiros é um dos três mercados onde a SAP tem a maior expectativa de crescimento neste e nos próximos três anos. Por isso, estar atento as necessidades do cliente ou do grupo de clientes é tão fundamental. O banco precisa conhecer as características do seu freguês para saber dimensionar os times de atendimento, tomar decisões sobre o crescimento ou não da rede de agências e da rede de atendimento e relacionamento com o cliente. Essas ferramentas de análise são imprescindíveis para garantir a rentabilidade tanto do pessoal jurídico quanto do físico.
No CIAB, a empresa vai comunicar uma série de investimentos realizados em anos anteriores em sistemas específicos para o setor bancário que deram certo e serão anunciados nos meses de abril e maio.

 

LUÍS CÉSAR SPALDING VERDI é presidente da SAP Brasil

 

Fernando Carvalho É o novo CFO da Diebold

A Diebold anunciou Fernando Carvalho como seu novo CFO - Chief Financial Officer. Há oito anos na empresa, o executivo conquistou quatro promoções na área financeira até alcançar sua posição atual. “A nomeação de Carvalho é uma evolução natural que sempre ocorre dentro da companhia, onde valorizamos, em primeiro lugar, os recursos internos”, comenta João Abud Júnior, presidente da Diebold no Brasil.
No papel de CFO, o executivo será responsável pelo suporte a todas as operações da empresa através de análise financeira, além da gestão do departamento financeiro e controladoria. “Como principal executivo de finanças, minha meta é manter a saúde financeira da empresa para que ela consiga se antecipar na tomada de decisões e continue reportando crescimento e lucro”, explica Carvalho.
No ano passado, a empresa ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em faturamento bruto, ficando em primeiro lugar entre as subsidiárias que mais contribuíram para o resultado global da Diebold.
Fernando Carvalho iniciou sua carreira na empresa como coordenador de contabilidade e controladoria. Logo depois foi promovido a gerente de contabilidade com foco em planejamento de custo. Há dois anos atuava como diretor da controladoria e cuidava do planejamento econômico e financeiro, contabilidade e custos, da parte fiscal e tributária, e da estrutura administrativa da filial de Manaus (AM).
Aos 37 anos, o executivo que possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Instituto de Administração e MBA em Controladoria pela Fundação Getúlio Vargas, também freqüentou o curso de Liderança pela Kelley Business Scholl, em Indiana, EUA. “Acredito que minha história na Diebold pode ser resumida na combinação de preparo e oportunidade”, afirma Carvalho.

Sobre a Diebold
Diebold, Incorporated é líder global em soluções de autoatendimento e sistemas e serviços de segurança. Com sede em Canton, Ohio (EUA), emprega mais de 17.000 colaboradores e está presente em quase 90 países. Suas ações são negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque sob a sigla ‘DBD’. Para mais informações, visite www.diebold.com (site global) ou www.diebold.com.br (Brasil).

 

 

 


 
 
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