
| O ex-presidente da BM&F arregaçou as mangas e assumiu a presidência da Associação Nacional das Corretoras de Valores (ANCOR). Manoel Cintra Neto pretende contribuir para que a Bolsa ganhe novos participantes, dando sequência ao trabalho que foi feito neste sentido por Raimundo Magliano, na Bovespa, e ele próprio, na BMF. Ampliar a base de investidores parece ser importante defesa contra as oscilações excessivas. |
PÓS-CRISE NO FOCO DAS ATENÇÕES

As atenções dos dirigentes de grandes empresas e instituições financeiras se concentram no pós-crise, certos de que a crise não chegou por acaso, mas que foi decorrência de um conjunto de fatores institucionais, empresariais e reguladores – que não podem se repetir.
Diferentemente dos centros financeiros centrais, os organismos reguladores do Brasil sempre foram exigentes quanto à ética e aos bons procedimentos. A CVM, por exemplo, exige transparência e pune os faltosos com frequência.
Países, empresas e consumidores em uma boa oportunidade de inibir agora a próxima ameaça de crise financeira global.


Presidente da ATP

Melhores práticas
Quanto à lei das S.A., no capítulo sobre a composição e o funcionamento do Conselho Fiscal, Haroldo Levy (Blog Merc.Capitais) acredita que a melhor prática seria a existência de um conselho fiscal permanente para auxiliar na fiscalização dos atos da administração.
Descartes Teixeira (Blog Exportação) escreve sobre a melhor prática quanto à visão do Brasil nos mercados internacionais. O desafio brasileiro é passar a imagem de país focado na aplicação da tecnologia, na modernização da economia, na governança das instituições, na justiça social e na preservação ambiental.
Já Sergio Salgado (Blog Bancos) escreve acerca das melhores práticas em tempos de crise. As gestoras independentes de recursos estão revendo as estratégias que traçaram e, uma delas, é a transformação em D.T.V.M. Reter a receita, hoje, repassada aos distribuidores de títulos, ter uma imagem mais forte junto ao cliente e distribuir fundos são razões que favorecem a transformação.
Integração banco-varejo
A integração de bancos e redes varejistas é inevitável neste momento, em que os financiamentos têm sido efetuados no ponto de venda. O que precisa mudar é o custo da operação, através da simplificação dos fluxos de pagamento.
O pós-crise deve também reservar um papel de maior dinamismo aos correspondentes bancários, proporcionando-lhes mais tecnologia e formação de profissionais.
A crise é útil para fazer com que seja cumprida uma máxima: as vantagens precisam ser para os consumidores. Nas empresas em que isto prevalecer, a crise vai acabar mais cedo.
| Economia | TI nos bancos | Exportação | Merc. Capitais | E-commerce |
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| Alfredo Moraes | Mauricio Ghetler | Descartes Teixeira | Haroldo Levy |
Gerson Rolim |
| Taxas de juros não vão cair abaixo de 6,17% |
Falta automação e integração de canais | Exportação | Comércio eletrônico tem crescimento de 25% |
| Bancos | Inovação | Cidades Digitais | Convergência | Miscelânea de TI |
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| Sérgio Salgado | Gabriel Marão | Júlio Nogueira | Almir Mota |
Amedeo Petrocco |
| Gestoras estão revendo suas estratégias | Ainda que tardia, a truncagem é inovação | Cidades digitais carecem de políticas |
Harmonização contábil em processo | Os próprios funcionários favorecem pirataria |
Se você leu na revista o resumo de uma mesa redonda e lamenta não ter sido convidado, clique aqui e escreva suas idéias. Elas serão publicadas na matéria da mesa.

CEO da Perception

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