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Blog > Sergio Salgado
segunda-feira, 18 de maio de 2009 Por Sergio Salgado
Comentarios (2)
ASSETS MANAGEMENT SE TRANSFORMANDO EM D.T.V.M..ESTRATÉGIA OU NECESSIDADE?
As gestoras independentes de recursos são um fenômeno recente no Brasil. O aumento dos competidores nos ultimos anos, a qualidade dos administradores, as performances obtidas e as boas condições do mercado até o terceiro trimestre do ano passado explicam este crescimento. Com a crise, todas as gestoras estão revendo suas estratégias e, uma delas, é a transformação em D.T.V.M.. Reter a receita que hoje é repassada aos distribuidores de títulos, ter uma imagem mais forte junto ao cliente por ser uma instituição financeira fiscalizada pelo Bacen, distribuir fundos e ter uma relaçao direta com todos os clientes, são razões que favorecem a transformação. Mais vale a pena todo o investimento a ser feito? Arcar com o ônus de ser uma "instituição financeira"? O que voce acha? Coloque sua opinião como cliente de uma asset management ou como gestor independente de recursos, pois nos últimos dois anos, vários gestores encaminharam o seu pedido ao BACEN. Vamos discutir as vantagens e desvantagens....
(2) Comentarios
Leonardo: As asset management já são controladas pela CVM e nao vejo necessidade em ter que se transformar em DTVM para dar mais segurança aos clientes. Agora se a asset quiser expandir o seu raio de ação e aumentar sua base de produtos e serviços, tipicos de uma DTVM, aí sim valeria a pena o "upgrade".

Jânio: A decisão estratégica de transformação de Gestora de Recursos em DTVM traz como benefícios a abrangência de atuação, como a distribuição, atuação direta nas bolsas e administração dos fundos e carteiras, consequentemente aumentando as receitas, por outro lado, com a instituição financeira deverá prestar "contas" ao Bacen, aumentará significantemente as despesas com os controles, informações legais e estrutura da IF e terá que dispor de capital. Somente as gestoras que tem porte razoável, poderão optar por esta estratégia. Em minha opinião, vale a pena à transformação, pois além do "label" BACEN, a gestora de recursos poderá atingir públicos específicos (nichos) com mais agilidade, desenvolver portfólio de produtos e participar ativamente das distribuição dos IPO´s que estão voltando.



quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 Por Sergio Salgado
Comentario (1)
AGORA É A VEZ DAS CORRETORAS?
Sempre em busca de assuntos polêmicos, chegou a vez de discutirmos as Corretoras de Titulos e Valores. Observamos CTVMs saindo de uma posição puramente institucional passando a atacar os clientes de varejo. Corretora com serviço "premium" - research de qualidade para viabilizar preço mais alto - passa a atacar, tambem, o setor de corretagem de desconto (Discount Brokerage). A discussão começa por perguntar: é possivel um Broker trabalhar com dois segmentos ao mesmo tempo? Afinal, se a casa é a mesma, por que um cliente pagaria mais caro se pode pagar com desconto? Outro ponto bastante discutido em reuniões estratégicas, é o por que do interesse em players internacionais quererem ampliar seus mercados no Brasil, abrindo ou comprando Corretoras? Será que com a desmutualizaçao das bolsas ficou mais simples para que novos players naveguem em nossos mares e, cabe saber, se neste mercado bastante fragmentado vai haver espaço para todos.
Mande suas opiniões e vamos discutir o assunto.....
(1) Comentario
Andre: Acho que a consolidação do mercado de corretagem deve acontecer em breve. Corretoras de bancos devem liderar este processo mais as independentes que mostrarem bom serviço, também devem se beneficiar. Quanto ao ponto de oferecer produtos distintos para o segmento premium e de desconto, acho que só é viável com marcas distintas (Citibank / Intra ou Bradesco / Agora), ainda assim com riscos consideráveis na canibalização do negócio premium.Abs



quarta-feira, 17 de setembro de 2008 Por Sergio Salgado
Comentarios (6)
E A TERCEIRIZAÇÃO DO BACKOFFICE CONTINUA......
Terceirizar partes do backoffice já é prática corrente. Aquelas atividades que chamamos de "fábrica" ou de pouco risco já são feitas por terceiros especialistas. O assunto que foi objeto de grandes discussões recentemente, foi a de se terceirizar a chamada "formalização da operação". O processo começava na análise dos poderes dos prepostos do cliente até a elaboração do contrato com análise de garantias. É claro que algumas premissas básicas foram colocadas para apimentar as discussões, como focar apenas o segmento "small business" e algumas operações clássicas do "middle market". Como o grupo que estudava o assunto ficou tão dividido, voce que está de alguma forma envolvido com o assunto, qual é a sua opinião? A favor da terceirização deste caso ou não? e por que?
(6) Comentarios
Paulo Pizii: Concordo totalmente com o enfoque da terceirizaçao da formalização. O Exemplo mais clássico desta forma de atuação é a Industria dos Cartões de Crédito. Para a maioria dos bancos de Médio porte todo o processo de cartões de Crédito é terceirizado. Atividades como "Charge-Back" é realizada por terceiros. Os processos de Fraude, Cadastro, Cobrança estão totalmente terceirizados. Em um recente estudo que fiz em minha Dissertação de Mestrado, extamente sobre outsorcing, pude concluir que a formalização só nao é realizado por terceiros dentros Bancos no Brasil apenas por uma questão de cultura e insegurança.

Josias Faroni : Eu sou contra. Hoje em dia, a terceirização de muitos serviços e em uma grande variedade de estabelecimentos tem ocorrido com muita freqüência. Esse procedimento de contratação que em muitos lugares se limitava às atividades como manutenção de equipamentos, limpeza, segurança, transporte, alimentação, vêm se estendendo ao processo produtivo. Creio que terceirizar a formalização da operação seria assumir um risco alto, já que está mais para core business que small business. O Backoffice não deixa de ser uma retaguarda que auxilia na solução de problemas operacionais do dia-a-dia da empresa. Sendo, portanto, de grande importância para ser um serviço terceirizado.

Hugo Bergner: Alguns bancos e financeiras terceirizam seus processos de formalização de contratos nas operações que envolvem um grande volume de documentos físicos como, por exemplo, no financiamento de veículos. Hoje, existem processos de formalização de contratos de crédito em que a empresa terceirizada, responsável pela formalização e guarda, chega a imprimir a versão final do contrato já assinado pelo cliente. Entendo que a formalização dos contratos é uma ótima solução para as Instituições Financeiras em contratos que envolvam baixo valor como o financiamento de uma automóvel ou moto, por exemplo, e não de um a caminhão e, desde que, haja atuação junto à empresa terceirizada para o devido acompanhamento do processo de gestão dos contratos.

Franco: Sergio, a terceirização do back office realmente é pratica corrente. Já as áreas de "formalização da operação", análise de crédito e tesouraria são atividades de avaliação de risco e, portanto após terceirização, devem estar sob atenção da gestão dos bancos.Já escutei pessoas comentarem que os bancos estão terceirizando essas três áreas. Na minha opinião, para que isso aconteça, devem ser realizadas avaliações de riscos operacionais nos processos, para garantir a mitigação dos possíveis riscos.

Alexandre Viana: Caro Sergio, não se trata de ser contra ou a favor. Há prós e contras, vai depender o que está sendo terceirizado. Se for trabalho operacional e dependendo do grau de automação (quanto mais elevado mais positivo a terceirização), vale a pena terceirizar. Se for atividade ligada a decisões de risco, crédito, cobrança ou atendimento direto ao cliente talvez não seja uma boa. Fechando, acrescento que deve-se levar em conta o risco de imagem da instituição na hora de colocar pessoas sem uma "ligação" mais forte tratando de processos sensíveis aos clientes.

Lúcia Prado : Discordo da terceirização da "formalização da operação". Ainda nessa linha, vejo como importantes os órgãos fiscalizadores estarem combatendo mais rigorosamente as terceirizações através da intensificação da autuação de companhias que contratam irregularmente. O combate às fraudes à CLT no quesito terceirização não pode deixar de existir, e com a devida eficiência.



segunda-feira, 30 de junho de 2008 Por Sergio Salgado
Comentarios (4)
BASILEIA II E A IMPORTANCIA DAS GARANTIAS DOS ATIVOS
O que temos visto agora é o crescimento da importancia do tratamento das garantias dos ativos no assunto Basileia II. Para que os bancos possam reduzir os valores de suas exposições e se beneficiem com menor alocação de capital é recomendável que o processo seja configurado de maneira robusta, sendo necessário investimentos em:

- sistemas para armazenar dados detalhados das garantias atrelados aos dados das operações garantidas;
- metodologias para reavaliação periódica das garantias recebidas;
- processo de certificação da qualidade da formalização e da reavaliação;
- estrutura organizacional compatível em número de recursos e especialidade para monitorar o processo de tratamento das informações;
- compromisso da administração com a qualidade desse monitoramento dentro do processo de crédito.

Pelo menos estas foram as informações que temos recebido como novas preocupações com o tema "Garantias".
Como as preocupações estão em estágios e prioridades diferentes, queríamos conhecer as opiniões de quem está envolvido com o assunto "riscos operacionais" para uma troca de informações sobre a importancia e planos com relação a Garantias versus Basiléia II.
(4) Comentarios
Nilton Mateus: Caro Sérgio, tenho acompanhado todas essas discussões, e estive pensando em uma ação que considero não poder ser descartada, que é o compartilhameno do ônus da alocação entre Banco e o Cliente.Não estou falando em aumento de spread, mas sim, na retenção de valores proporcionais ao rating da operação. Claro que as formalizações devem prever ações desse tipo, assim como deve ser estudada a remuneração e contabilização diferenciada desses valores. Bem ... o assunto é polêmico, mas decidi expor para acompanhar a repercussão.

Claudio Visnadi: Nilton, no aspecto que citamos metodologia para reavaliação das garantias consideramos de maneira geral todos os tipos, é certo que cada um deles teria um tratamento diferenciado e isto deve provocar contabilização apropriada para que o Banco Central possa aferir o nível de cobertura do risco de crédito. De uma certa maneira, garantias pessoais (aval, fiança, coobrigação etc) avaliamos o rating da contraparte ou então dos sacados para os direitos creditórios, mas o que dizer de imóveis urbanos, rurais, veículos, mercadorias, máquinas e equipamentos, inclusive por qual instrumento a garantia foi formalizada.

Laerte Araujo: O conceito Basiléia II, com prazos definidos para suas diversas abordagens, quais sejam: padrão e avançada, espera que os agentes financeiros estejam com seus sitemas - entendendo sistemas como sendo o conjunto de todos os aspectos necessários para mitigar riscos de mercado e de crédito, principalmente - adequados aos modelos do mercado globalizado. Porém, algumas instituições financeiras arriscaram e perderam (veja as variações negativas do mercado imobiliário americano).A pergunta é: possuíam o devido controle de risco de suas operações e garantias? Acredito que não, pois ocorreu concentração de riscos assumidos em um único produto: hipoteca imobiliária.Caso a resposta seja "sim", surge outra questão: Por que ele falhou? Neste caso, a resposta é muito complexa, mas resumiríamos com a seguinte sugestão, além daquelas já mencionadas pelo Sr. Salgado: a melhor garantia que se possui é o próprio cliente, em relação ao conhecimento que se tem sobre seu histórico passado, definindo assim a aposta no "risco que se quer assumir!".

Claudio: Laerte, suas observações são importantes e devemos pensar em alguns aspectos: (1) o Brasil está experimentando um "boom" imobiliário, por trás dessa constatação há a expansão do crédito, e, evidentemente (2) crescimento rápido do risco de crédito assumido pelos bancos que se dedicam a essa carteira. Ainda que estejamos implementando o Gerenciamento de Risco de Crédito com bases cientificas e, acima de tudo, reconhecendo o aprendizado norte-americano nos nossos modelos, não nos assegura que algo desfavorável aconteça, ou melhor, uma crise sistêmica severa como a do subprime. Voltando a questão das garantias como elemento principal de nossa discussão, associado a uma política de crédito mais consciente, pode mitigar o risco, desde que a probabilidade de realização (conversão fácil em dinheiro) não tenha correlação positiva com a liquidez do crédito.



quarta-feira, 2 de abril de 2008 Por Sergio Salgado
Comentarios (5)
OUTSOURCING - É BOM E RESOLVE, MAS QUEM SE PREOCUPA COM A PERDA DE CONHECIMENTO, CULTURA E APRENDIZADO ORGANIZACIONAL
Lendo o trabalho de mestrado de um Diretor nosso – Paulo Pizii, ele levanta um problema que temos enfrentado nos projetos de novos bancos. Optar por utilização de serviços de terceiros no dia a dia ou fazer tudo internamente com equipe própria?
Se o banco é estrangeiro, que já estão mais acostumados com a prática, temos que buscar alternativas de “outsourcing”. Se a Instituição Financeira é doméstica, as áreas ficam divididas em o que fazer dentro e o que pode ser feito fora. Aí vem a discussão dos membros da nova Diretoria com argumentos de como reter o conhecimento, a cultura e manter o aprendizado nas organizações, na opção de “outsourcing”? É claro que estamos querendo discutir “outsourcing” das funções operacionais (backoffice, tecnologia da informação, recursos humanos, auditoria e outras que são partes integrantes do operacional do Banco).

Os processos e sistemas de gestão do conhecimento têm tentado de uma forma ou de outra armazenar informações que permitam reduzir estas perdas, mas não se pode deixar de considerar que as perdas são inevitáveis.

Para buscarmos diversas opiniões sobre este assunto polêmico sugerimos a discussão deste tema como forma de mensurar se os atuais processos de retenção de conhecimento, cultura e aprendizado organizacional, adotados pelas instituições financeiras no Brasil são ou não suficientes para minimizar os impactos das perdas durante os processos de outsourcing.

(Todas os comentários serão apresentados ao autor da tese e respondidos quando for o caso.)
(5) Comentarios
Eric Barreto: Sérgio, acredito que os bancos, principalmente aquela grande maioria, que não se encontra entre os top 10, enfrentam esse trade-off estudado pelo Paulo Pizii. No entanto, quando optam por não terceirizar uma atividade, surge um segundo problema a administrar: muito conhecimento nas mãos de poucos, que podem ser contratados pela concorrência a qualquer momento.Acho que é por isso que temos visto os bancos criarem "centros de competência" em determinadas áreas, e investirem em sistemas de knowledge management e GED.Além disso, aquele chavão de "melhores práticas" também assegura que o conhecimento de um recurso atual possa ser substituido com maior rapidez.

Wladinir Borgonovi: Lá pelos idos de 1995 ( não faz tanto tempo assim ! ) nas primeiras brisas dos conceitos de terceirização alguém falou : " Devemos terceirizar braços e pernas, não o cerebro" . Continua válido

Paulo Pizii: Wladinir. Infelizmente vou discordar de seu comentário. Os conceitos mais modernos de terceirização como por exemplo o BPO (Business Process Outsourcing) terceirizam também a inteligência do negócio, a diferença entre o conceito antigo e os mais modernos é que quando se terceiriza a inteligência, deixa de existir a relação apenas de prestação serviço para existir uma relação de parceria entre as empresas envolvidas no BPO que passam a atuar de forma única com objetivos compartilhados.

Alexandre Viana: Vejo "outsourcing" não como uma perda do "conhecimento", mas sim como ganho. Muitas vezes incorporamos novas práticas de mercado, revisão de processos com olhos isentos de compromisso político interno (média gerência) que podem atrapalhar eventuais mudanças. Obviamente, pelo lado do cliente, é necessária a devida coordenação e verificação da qualidade durante o trabalho para evitar surpresas depois.

Paulo Pizii: Alexandre, suas colocações estão corretas, apenas um comentário a fazer. A saída de profissionais pelo outsourcing, faz com que as empresas percam parte de seu conhecimento. Mas como vc mesmo disse, cabe aos coordenadores, gerar ações para minimizar estes impactos, quer seja pela revisão dos processos ou pela incorporação de novas práticas que permitam a continuidade dos negócios de forma eficiente.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008 Por Sergio Salgado
Comentarios (4)
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DOS BANCOS: EXISTE CONFLITO DE FUNÇÕES ENTRE "COMPLIANCE" E RISCOS OPERACIONAIS?
Como este assunto tem dado o que falar, o objetivo é provocar discussões sobre o assunto, pedindo a sua opinião e sugestões que serão publicadas e debatidas. As grandes discussões que temos ouvido, dizem respeito a uma certa confusão na distribuição de responsabilidades, envolvendo os órgão acima e também as áreas de Processos e Auditoria.
Discussões quanto à subordinação de Riscos Operacionais na Diretoria de Gestão de Riscos, subordinação da Área de Compliance ao Diretor de Controladoria ou ao Jurídico e, até mesmo à Presidência. Os departamentos de Processos e de Auditoria são ferramentas para as duas áreas? O que você acha?
Depois de recebidas as opiniões, faremos a divulgação das respostas, reescrevendo aquelas que foram mais “votadas”. O objetivo é dar o feedback do que pensam os organizadores de estrutura bancária. Dê a sua opinião, pois já provocamos a discussão.
(4) Comentarios
Filipe Ferreira: Na minha opiniao existe um overlay, uma vez que Riscos Operacionais engloba algumas funcoes de compliance quality control. Compliance no que diz respeito a controle a fraudes internas e quality control em relacao a erros operacionais. Talvez uma solucao para evitar a duplicacao das tarefas seja atraves da criacao de uma linha organizacional que englobaria tudo o que fosse relacionado a riscos operacionais. Ja existe a funcao de CRO para riscos de credito e de mercado - criaria-se uma nova posicao para assumir o controle deste terceiro risco - e quality assurance e compliance reportando ao recem-criado "Operational risk officer".

Francisco Franco: Independentemente das áreas que são as gestoras de Compliance e de Riscos Operacionais, na minha opinião o problema é agravado pela falta de clareza das atribuições e responsabilidades de cada uma.Com relação aos departamentos de Processos e Auditoria, entendo que são áreas fundamentais, em conjunto com as área de Compliance e Riscos Operacionais, para buscar a conformidade das operações.

Fausto Ferraz: Adotando uma visão teórica, acredito que o Risco Operacional deva ter uma abordagem relacionada a perdas financeiras, sejam elas causadas por falhas em sistemas, processos e pessoas, além de fatores de cunho externo. Já o Compliance deve ter uma abordagem relacionada a perdas de reputação, ou seja, sobre o Risco de Imagem (e também Legal) da instituição. Logicamente, o Risco de Imagem, em uma análise causa-efeito, também pode ocosionar perdas financeiras. E é exatamente neste ponto que as estruturas de Risco Operacional e Compliance podem se convergir.

Alexandre Viana: Uma área de Compliance, na minha opinião, visa garantir o cumprimento das regras estabelecidas institucionalmente ou no âmbito governamental (Bacen) evitando desvios que possam gerar prejuízos financeiros, de imagem ou sanções governamentais. Riscos Operacionais foca nos mesmos objetivos, porém atuando muito fortemente nos processos operacionais executados pelas diversas áreas da instituição. A área de Risco deve ser demandadora de ajustes nos processos na medida que identifica problemas nas rotinas operacionais.



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