ASSETS MANAGEMENT SE TRANSFORMANDO EM D.T.V.M..ESTRATÉGIA OU NECESSIDADE?
As gestoras independentes de recursos são um fenômeno recente no Brasil. O aumento dos competidores nos ultimos anos, a qualidade dos administradores, as performances obtidas e as boas condições do mercado até o terceiro trimestre do ano passado explicam este crescimento. Com a crise, todas as gestoras estão revendo suas estratégias e, uma delas, é a transformação em D.T.V.M.. Reter a receita que hoje é repassada aos distribuidores de títulos, ter uma imagem mais forte junto ao cliente por ser uma instituição financeira fiscalizada pelo Bacen, distribuir fundos e ter uma relaçao direta com todos os clientes, são razões que favorecem a transformação. Mais vale a pena todo o investimento a ser feito? Arcar com o ônus de ser uma "instituição financeira"? O que voce acha? Coloque sua opinião como cliente de uma asset management ou como gestor independente de recursos, pois nos últimos dois anos, vários gestores encaminharam o seu pedido ao BACEN. Vamos discutir as vantagens e desvantagens....
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 Por Sergio Salgado
Sempre em busca de assuntos polêmicos, chegou a vez de discutirmos as Corretoras de Titulos e Valores. Observamos CTVMs saindo de uma posição puramente institucional passando a atacar os clientes de varejo. Corretora com serviço "premium" - research de qualidade para viabilizar preço mais alto - passa a atacar, tambem, o setor de corretagem de desconto (Discount Brokerage). A discussão começa por perguntar: é possivel um Broker trabalhar com dois segmentos ao mesmo tempo? Afinal, se a casa é a mesma, por que um cliente pagaria mais caro se pode pagar com desconto? Outro ponto bastante discutido em reuniões estratégicas, é o por que do interesse em players internacionais quererem ampliar seus mercados no Brasil, abrindo ou comprando Corretoras? Será que com a desmutualizaçao das bolsas ficou mais simples para que novos players naveguem em nossos mares e, cabe saber, se neste mercado bastante fragmentado vai haver espaço para todos.
Mande suas opiniões e vamos discutir o assunto.....
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008 Por Sergio Salgado
Terceirizar partes do backoffice já é prática corrente. Aquelas atividades que chamamos de "fábrica" ou de pouco risco já são feitas por terceiros especialistas. O assunto que foi objeto de grandes discussões recentemente, foi a de se terceirizar a chamada "formalização da operação". O processo começava na análise dos poderes dos prepostos do cliente até a elaboração do contrato com análise de garantias. É claro que algumas premissas básicas foram colocadas para apimentar as discussões, como focar apenas o segmento "small business" e algumas operações clássicas do "middle market". Como o grupo que estudava o assunto ficou tão dividido, voce que está de alguma forma envolvido com o assunto, qual é a sua opinião? A favor da terceirização deste caso ou não? e por que?
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segunda-feira, 30 de junho de 2008 Por Sergio Salgado
BASILEIA II E A IMPORTANCIA DAS GARANTIAS DOS ATIVOS
O que temos visto agora é o crescimento da importancia do tratamento das garantias dos ativos no assunto Basileia II. Para que os bancos possam reduzir os valores de suas exposições e se beneficiem com menor alocação de capital é recomendável que o processo seja configurado de maneira robusta, sendo necessário investimentos em:
- sistemas para armazenar dados detalhados das garantias atrelados aos dados das operações garantidas;
- metodologias para reavaliação periódica das garantias recebidas;
- processo de certificação da qualidade da formalização e da reavaliação;
- estrutura organizacional compatível em número de recursos e especialidade para monitorar o processo de tratamento das informações;
- compromisso da administração com a qualidade desse monitoramento dentro do processo de crédito.
Pelo menos estas foram as informações que temos recebido como novas preocupações com o tema "Garantias".
Como as preocupações estão em estágios e prioridades diferentes, queríamos conhecer as opiniões de quem está envolvido com o assunto "riscos operacionais" para uma troca de informações sobre a importancia e planos com relação a Garantias versus Basiléia II.
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quarta-feira, 2 de abril de 2008 Por Sergio Salgado
OUTSOURCING - É BOM E RESOLVE, MAS QUEM SE PREOCUPA COM A PERDA DE CONHECIMENTO, CULTURA E APRENDIZADO ORGANIZACIONAL
Lendo o trabalho de mestrado de um Diretor nosso – Paulo Pizii, ele levanta um problema que temos enfrentado nos projetos de novos bancos. Optar por utilização de serviços de terceiros no dia a dia ou fazer tudo internamente com equipe própria?
Se o banco é estrangeiro, que já estão mais acostumados com a prática, temos que buscar alternativas de “outsourcing”. Se a Instituição Financeira é doméstica, as áreas ficam divididas em o que fazer dentro e o que pode ser feito fora. Aí vem a discussão dos membros da nova Diretoria com argumentos de como reter o conhecimento, a cultura e manter o aprendizado nas organizações, na opção de “outsourcing”? É claro que estamos querendo discutir “outsourcing” das funções operacionais (backoffice, tecnologia da informação, recursos humanos, auditoria e outras que são partes integrantes do operacional do Banco).
Os processos e sistemas de gestão do conhecimento têm tentado de uma forma ou de outra armazenar informações que permitam reduzir estas perdas, mas não se pode deixar de considerar que as perdas são inevitáveis.
Para buscarmos diversas opiniões sobre este assunto polêmico sugerimos a discussão deste tema como forma de mensurar se os atuais processos de retenção de conhecimento, cultura e aprendizado organizacional, adotados pelas instituições financeiras no Brasil são ou não suficientes para minimizar os impactos das perdas durante os processos de outsourcing.
(Todas os comentários serão apresentados ao autor da tese e respondidos quando for o caso.)
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008 Por Sergio Salgado
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DOS BANCOS: EXISTE CONFLITO DE FUNÇÕES ENTRE "COMPLIANCE" E RISCOS OPERACIONAIS?
Como este assunto tem dado o que falar, o objetivo é provocar discussões sobre o assunto, pedindo a sua opinião e sugestões que serão publicadas e debatidas. As grandes discussões que temos ouvido, dizem respeito a uma certa confusão na distribuição de responsabilidades, envolvendo os órgão acima e também as áreas de Processos e Auditoria.
Discussões quanto à subordinação de Riscos Operacionais na Diretoria de Gestão de Riscos, subordinação da Área de Compliance ao Diretor de Controladoria ou ao Jurídico e, até mesmo à Presidência. Os departamentos de Processos e de Auditoria são ferramentas para as duas áreas? O que você acha?
Depois de recebidas as opiniões, faremos a divulgação das respostas, reescrevendo aquelas que foram mais “votadas”. O objetivo é dar o feedback do que pensam os organizadores de estrutura bancária. Dê a sua opinião, pois já provocamos a discussão.